A fórmula que a gente aprendeu ao contrário
A maioria de nós foi criada com uma equação silenciosa: trabalhe duro, alcance o sucesso e então você será feliz. Primeiro a meta, depois a alegria. Shawn Achor passou anos em Harvard observando estudantes que cumpriam o roteiro à risca e, mesmo assim, viviam esgotados e insatisfeitos.
O problema, diz ele, é que a meta se move. Passou no vestibular, vem o estágio. Conseguiu o estágio, vem a efetivação. Bateu a meta do mês, o chefe sobe o patamar. A felicidade fica sempre uma curva à frente, como a linha do horizonte.
A proposta do livro inverte a ordem: se o cérebro funciona melhor quando está num estado positivo, então cultivar esse estado antes de alcançar as coisas não é luxo nem ingenuidade, é estratégia. É a tese que ele batizou de vantagem da felicidade.
