Será que dá para ficar mais feliz?
Sonja Lyubomirsky começa com uma pergunta que muita gente já fez no meio da fila do banco ou do ônibus lotado: felicidade é coisa de nascença, ou dá para treinar? Se for sorte genética, só resta aceitar o que veio de fábrica. Se for treino, vale a pena tentar.
O livro, de 2007, tenta responder com pesquisa. A autora não promete alegria permanente nem vida sem tristeza. Propõe uma lista de atividades que, segundo estudos, aumentam um pouco e por mais tempo a sensação de bem-estar, desde que feitas de forma regular e com escolha pessoal.
Em linguagem simples, é um manual de hábitos. Cada capítulo apresenta uma estratégia, explica os experimentos por trás dela e sugere exercícios. A maior novidade, na época, era usar a linguagem do laboratório num tema que sempre foi dominado por frases de autoajuda.
