Um garoto disléxico que decidiu não esperar a escola
Richard Branson cresceu na Inglaterra dos anos 1950 e 1960 com dislexia, numa época em que a escola não tinha muito preparo pra lidar com isso, e passava boa parte das aulas lendo devagar e tirando notas ruins na maioria das matérias.
Aos dezesseis anos ele largou o colégio, decisão que na época soava quase um fracasso, mas que ele tratou como o primeiro sinal de que aprendia mais rápido fazendo do que sentado numa carteira ouvindo aula. Não tinha talento nenhum garantido, só uma teimosia de tentar montar algo próprio antes de qualquer diploma.
Esse começo importa pro resto da história porque explica um padrão que se repete o livro inteiro: Branson raramente tenta virar especialista técnico em algum assunto, ele monta time pra cobrir o que não sabe e foca a própria energia em vender a ideia pra fora.
