Um menino que achava que o cérebro dele era defeituoso
Jim Kwik abre Sem Limites contando a própria história. Na infância, depois de uma lesão na cabeça e de dificuldades na escola, ele passou a se ver como o garoto que não aprendia. Um comentário de professor, repetido por colegas, grudou nele como um rótulo e atrapalhou anos de estudo.
Mais tarde, já adulto, ele conta que descobriu técnicas de leitura, de memória e de foco que mudaram sua relação com o aprendizado, e passou a ensiná-las como treinador cerebral. O livro nasce dessa virada e tem uma promessa clara: quase ninguém usa o potencial que tem, e dá para treinar habilidades mentais com método.
A palavra limites do título já indica o alvo. O autor quer atacar menos a falta de capacidade e mais as barreiras que a pessoa coloca em si mesma sem perceber.
