Amar não basta, é preciso que a criança sinta
A base do livro é uma constatação simples: muitos pais amam os filhos de verdade, mas as crianças nem sempre sentem esse amor. O afeto existe no adulto, só que viaja por um canal diferente daquele que o pequeno consegue captar. É como falar português com alguém que só entende outro idioma.
Gary Chapman, conselheiro de casais, trouxe para o universo infantil a ideia que havia popularizado entre adultos: cada pessoa tem uma forma preferida de receber amor. Com ele escreve o psiquiatra Ross Campbell, que acrescenta experiência clínica com crianças e adolescentes.
A promessa dos autores é prática. Se os pais aprenderem a identificar a linguagem principal de cada filho e a falar as demais, a criança terá mais segurança, menos comportamentos de provocação e mais facilidade para aprender, brincar e obedecer.
