A pergunta que incomoda todo pai e todo professor
Todo pai acha que ama o filho, e a maioria ama mesmo. O problema é que amor sem método vira ansiedade disfarçada de cuidado: tênis de marca, escola cara, boletim cobrado. Cury separa duas categorias que parecem iguais de longe: o pai bom, que sustenta e ama, e o pai brilhante, que além disso forma alguém capaz de pensar com a própria cabeça.
A mesma lógica vale pra escola. Professor bom domina o conteúdo e cumpre o plano de aula. Professor fascinante prende a atenção da turma inteira sem gritar, e o aluno lembra dele anos depois. Cury chegou a essa distinção atendendo em consultório crianças ansiosas demais pra idade, e viu que o erro mais comum dos pais não era falta de amor, era excesso de proteção ou de cobrança sem vínculo.
O livro segue três blocos que este resumo acompanha: os sete hábitos do pai brilhante, os sete do professor fascinante, e os sete pecados que todo educador comete sem perceber. No fim entram dez técnicas práticas.
