Duas formas de competir: a guerra de sangue ou o mar aberto
Imagina uma rua cheia de pizzaria, todas vendendo a mesma calabresa, brigando pelo mesmo cliente com o mesmo cupom de desconto. Quanto mais competem, mais o preço desce e a margem murcha. Chan Kim e Renée Mauborgne chamam isso de oceano vermelho: um mercado já conhecido, com regras definidas, onde todo mundo briga pelo mesmo pedaço de bolo.
A alternativa é sair da briga em vez de tentar vencer ela. Um oceano azul é um espaço de mercado que ainda não existe, criado quando alguém oferece algo que ninguém pensou em oferecer daquele jeito, pra gente que talvez nem soubesse que precisava. Ali dentro, por um tempo, não tem concorrente nenhum.
A ideia central é simples de falar e difícil de fazer: em vez de comparar preço e serviço com o vizinho, vale parar e perguntar que valor ainda ninguém está entregando. Quem acha essa resposta primeiro não precisa competir, porque por um tempo é o único ali dentro.
