Viver pelas próprias regras
A ideia que atravessa o livro é simples de dizer e difícil de praticar: você pode desenhar uma vida que não siga o caminho que a maioria considera obrigatório. Escola, faculdade, emprego estável, financiamento e aposentadoria funcionam bem para muita gente, mas Guillebeau lembra que esse roteiro foi montado para outra época e para outro tipo de economia.
Não conformidade, aqui, não é birra nem rebeldia por esporte. É o hábito de perguntar por que você faz o que faz e de manter só o que passa no teste da sua própria vontade, sem prejudicar ninguém no caminho.
O autor insiste que a escolha é sua, porque ninguém vai aparecer na sua porta para dar permissão. Quem espera aprovação externa pra mudar pode esperar a vida inteira, enquanto os anos passam e as obrigações vão se empilhando.
