O cansaço que não nasce do trabalho braçal
Se você encerra a semana com exaustão de maratona, mesmo sem carregar peso, saiba que essa fadiga não é ilusão. No passado, o cansaço vinha do esforço muscular no campo ou na fábrica, e uma noite de sono devolvia a energia. Hoje, o esgotamento afeta quem passa o dia diante de telas, respondendo a demandas urgentes e alternando janelas no computador.
Esse cansaço mental não passa no fim de semana. Você entra no ônibus lotado, volta para casa e segue olhando mensagens de trabalho no celular. Há a sensação constante de que qualquer instante de silêncio ou ócio é desperdício, transformando o descanso em ansiedade e culpa.
