Coaching não é dar resposta, é destravar quem responde
Imagine o coordenador de uma loja que passa o dia apagando incêndio. Cada vez que alguém da equipe chega com um problema, ele resolve na hora, dá a ordem e segue em frente. Parece eficiente, mas a equipe nunca aprende a decidir sozinha, e ele vira o gargalo de tudo. John Whitmore parte exatamente desse retrato para propor outro modo de liderar.
Para ele, coaching é ajudar a pessoa a liberar o próprio potencial para que o desempenho melhore. O foco não está em ensinar o que fazer, e sim em criar condições para a pessoa pensar, enxergar e escolher melhor. O coach funciona menos como professor e mais como um espelho atento, que devolve perguntas em vez de sentenças.
