O submarino que ninguém queria comandar
David Marquet era um oficial da Marinha dos Estados Unidos, treinado para comandar um tipo de submarino nuclear, quando foi designado de última hora para outro, o USS Santa Fe. A embarcação tinha fama de ser uma das piores da frota: desempenho fraco, moral baixa e tripulantes que não viam a hora de pedir baixa. Era o tipo de destino que ninguém sonha em receber.
O livro conta como ele e a tripulação viraram esse jogo em poucos meses. O resultado final foi um submarino que passou a ser citado como exemplo de desempenho, com taxas de permanência muito acima do normal e vários oficiais promovidos a postos de comando. A mudança não veio de equipamento novo, e sim de um jeito diferente de liderar.
A história interessa a quem nunca viu um submarino, porque a tese vale para qualquer lugar onde uma pessoa manda e outras obedecem: obra, hospital, loja, escritório, escola, equipe de entrega. O assunto é como fazer cada pessoa pensar e decidir, em vez de só cumprir ordens.
