A proposta do livro
Louann Brizendine, neuropsiquiatra americana, parte de uma queixa que ouviu em consultório: mulheres que se sentiam confusas com as próprias mudanças de humor, de desejo e de energia ao longo da vida. Ela decidiu reunir pesquisas de biologia, hormônios e neurociência para explicar essas variações em linguagem acessível.
A tese central é que o cérebro feminino é moldado por hormônios e circuitos próprios, e que isso influencia emoções, vínculos, comunicação e comportamento em cada fase da vida. A ideia é oferecer às leitoras uma narrativa de autoconhecimento, que tire o peso da culpa por reações que, segundo a autora, têm base biológica.
O livro foi um grande sucesso editorial e também gerou muita polêmica entre cientistas. Este resumo apresenta as ideias da autora e, mais adiante, as críticas que ela recebeu, porque ler o livro sem esse contraponto seria receber só metade da conversa.
