O problema não é falta de tempo
Todo mundo já ouviu alguém dizer que o dia deveria ter mais de vinte e quatro horas. A tese de Christian Barbosa vai na direção contrária: o tempo é o mesmo para todos, e o que muda é o tipo de atividade que preenche cada hora. Por isso ele propõe olhar a rotina como um conjunto de três tipos de tarefa, a chamada tríade.
Pense na Marlene, que trabalha num escritório em Campinas, chega às oito e só percebe às seis da tarde que não tocou no relatório mais importante do mês. Ela não ficou parada. Ficou ocupada com tudo o que apareceu pela frente, e ocupação não é a mesma coisa que resultado.
O livro parte desse incômodo comum, a sensação de correr o dia inteiro e terminar sem ter avançado no que importa, para oferecer um jeito simples de enxergar onde a energia está sendo gasta antes de tentar mudar qualquer coisa. A promessa não é encaixar mais tarefas na agenda, e sim escolher melhor quais delas merecem espaço.
