15 minutos
Capa do resumo de O Maior Vendedor do Mundo

Negócios · 15 min

O Maior Vendedor do Mundo

Og Mandino · 1968

Para quem é

Pra quem está no fundo do poço, financeiro ou emocional, e precisa de um empurrão de autoestima e persistência pra recomeçar do zero. Também serve pra quem gosta de fábula com moral e não se incomoda com um final de forte carga religiosa cristã.

Ler e ouvir no app

⚡ Grátis pra baixar • 🎁 7 dias grátis • depois R$ 2,99/mês

🎧 Grátis aqui no site

Ouça o resumo completo (16 min)

Quer o texto acompanhando o áudio, o quiz e as Jornadas? Baixe o app

3 ideias pra levar

1

Persistência sem direção é só teimosia: a diferença está em revisar o método sem abandonar o objetivo.

2

Controlar a própria reação diante de um dia difícil conta mais no resultado do que qualquer discurso de vendas decorado.

3

Multiplicar o próprio valor não é trabalhar mais horas, é entregar mais qualidade nas mesmas horas.

“
Ninguém nasce sabendo vender: o hábito bem escolhido, repetido todo dia, é que transforma um jeito de agir em segunda natureza.
Uma ideia de O Maior Vendedor do Mundo, nas palavras do 15 minutos

Prévia

Comece a ler agora

O velho Hafid, o cofre esperado e um tratador de camelos apaixonado por Lisha

O livro abre com Hafid já em idade avançada e dono de uma fortuna imensa, chamando o contador Erasmus pra distribuir boa parte do que tinha aos pobres da região. Antes disso, porém, ele separa um cofre com dez pergaminhos antigos e avisa que vai guardá lo, esperando que um dia apareça alguém, ele mesmo ainda não sabe quem, pronto pra recebê los. É só depois dessa cena que a história volta décadas no tempo, pra explicar como aquele velho mercador chegou até ali.

Décadas antes, Hafid era apenas um tratador de camelos na caravana de Pathros, o mercador mais rico de Damasco, crescendo na penúria, responsável por cuidar dos animais, carregar água e dormir ao relento, sem posses nem sobrenome que valesse alguma coisa na cidade.

Foi nessa fase que Hafid se apaixonou por Lisha, filha de Calneh, um homem rico e respeitado. Ela pertencia a uma família de posses, e um simples tratador de camelos não tinha status nenhum pra sequer imaginar pedir a mão dela em casamento.

Cansado de esperar por uma sorte que nunca chegava, Hafid tomou coragem e foi pedir a Pathros uma chance, qualquer chance, de mudar de vida antes que a idade e a resignação apagassem de vez a esperança de um dia estar à altura de Lisha. Foi esse pedido, feito por um rapaz sem nada a perder, que abriu a porta pra tudo que vem depois.

Hafid pede pra virar vendedor, e Pathros propõe um teste

Pathros podia simplesmente mandar o rapaz de volta aos camelos, mas viu ali disposição de sobra e decidiu testar Hafid antes de apostar qualquer coisa maior nele. Não entregou cofre nem pergaminho nenhum nesse momento: apenas uma única túnica, tecida com esmero e de grande valor, tirada do próprio estoque.

A instrução foi direta: Hafid deveria levar a túnica até Belém e vendê la pelo melhor preço que conseguisse, sozinho, sem ajuda de ninguém, dentro de poucos dias. Não havia bolsa de ouro nem pergaminho nessa etapa, só a peça de roupa e a chance de provar que sabia negociar por conta própria.

Pra Pathros, aquele era o verdadeiro teste antes de confiar a Hafid qualquer segredo maior de comércio: ver como ele se comportava com pouco recurso, cara a cara com estranhos, longe da proteção da caravana.

Três dias de fracasso e a noite em que Hafid deu a túnica de graça

Hafid passou três dias tentando vender a túnica pelas ruas e feiras de Belém, oferecendo a peça pra mercadores, viajantes e curiosos. Ouviu recusa atrás de recusa, e viu o prazo que Pathros tinha dado praticamente se esgotar sem conseguir nem uma proposta séria.

Na última noite, já sem esperança de cumprir a missão, encontrou um casal jovem e humilde abrigado numa gruta usada como estábulo, atrás de uma estalagem lotada. O casal cuidava de um recém-nascido sem quase nenhum recurso pra protegê lo do frio daquela noite.

Diante da cena, tomado de compaixão, Hafid esqueceu completamente o objetivo de vender pelo melhor preço: entregou a túnica de graça, sem aceitar sequer uma moeda em troca, só pra que o bebê tivesse algo quente pra se cobrir. Voltou pra caravana convencido de que tinha fracassado no teste, sem nada pra mostrar a Pathros além das mãos vazias.

No caminho de volta, porém, reparou numa estrela incomumente brilhante que parecia segui lo o tempo todo. Quando chegou e contou tudo a Pathros, envergonhado, foi essa mesma estrela, e não uma venda bem sucedida, que o mercador reconheceu como o sinal que esperava havia anos.

Faltam 13 seções e o quiz

Continue no app

Leia o resumo inteiro com o texto acompanhando a narração, feche com o quiz de O Maior Vendedor do Mundo e siga pelas Jornadas guiadas. Sem anúncios no app.

Sobre Og Mandino

Og Mandino nasceu nos Estados Unidos em 1923 e morreu em 1996. Serviu como bombardeiro nas Forças Aéreas do Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e, depois do conflito, passou por um período difícil de bebida e desânimo antes de reconstruir a carreira como escritor e editor da revista Success Unlimited. Escreveu diversos livros de autoajuda ao longo da vida, e O Maior Vendedor do Mundo, publicado em 1968, tornou se seu maior sucesso, vendendo milhões de cópias e virando leitura recomendada em treinamentos de vendas e seguros no mundo todo.