Dinheiro é sentimento antes de ser número
Pra muita gente, cuidar do dinheiro parece só questão de matemática: quanto entra, quanto sai, quanto sobra no fim do mês. Suze Orman defende que, no caso das mulheres, essa conta vem depois de uma camada mais funda de medo, vergonha e culpa, que decide se a pessoa vai abrir o extrato ou empurrar o aviso de cobrança pro fundo da bolsa.
Não é falta de inteligência nem de capacidade de fazer conta. É que muita mulher cresceu ouvindo, direta ou indiretamente, que falar de dinheiro é feio, ou que se preocupar com a própria conta bancária tira a delicadeza de quem sempre foi ensinada a cuidar dos outros primeiro.
O livro trata essa mistura de emoção e finança como o ponto de partida real. Antes de organizar orçamento ou guardar dinheiro, é preciso admitir que medo, vergonha e culpa por gastar em si mesma atrapalham decisões simples todo dia, do boleto adiado ao aumento de salário que nunca chega a ser pedido.
